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Do táxi e da água de coco para a carrocinha de pipoca

  • Foto do escritor: Comunica Uerj
    Comunica Uerj
  • 20 de mar.
  • 1 min de leitura

#PersonagemdaUerj: Gilberto/Pipoqueiro


Por Daniel Guedes


(Foto: Daniel Guedes/Comunica Uerj)



Quem frequenta a UERJ já está acostumado, chegando ou saindo da universidade: parar no portão 5 para comprar uma pipoca é uma rotina frequente. E todos os dias, lá está o pipoqueiro Gilberto durante as tardes e noites na entrada da universidade.


Quem é o Gilberto Pipoqueiro? 

Gilberto Bernardo da Silva, de 62 anos. Morador de Nilópolis, há 23 anos ele sai da baixada fluminense para trabalhar no entorno da UERJ.


Qual sua relação com a Uerj? 

É uma relação de toda uma vida, já fiz muita coisa aqui, o meu sustento vem do público da UERJ. Estou aqui desde 2002 então vi muita coisa mudar por aqui.


O senhor sempre trabalhou como pipoqueiro? 

Não, na verdade só comecei a trabalhar como pipoqueiro há 1 ano e 4 meses, aproximadamente. Comecei vendendo água de coco, fiquei um ano e logo entrei pra uma companhia de táxi, essa mesma que fica sempre aqui em frente à UERJ. Trabalhei lá quase 18 anos, só saí de lá em 2019.


Tem alguma história que lhe marcou nesses anos todos?

Na verdade teve um momento que foi bem difícil. Logo que eu saí do táxi, em 2019, montei um sebo bem aqui onde fico com o carrinho de pipoca. O sebo estava indo bem, cheguei a ganhar R$ 400 em um dia, mas aí em 2020 entrou a pandemia. Tive que ficar em casa, não consegui trabalhar, foi uma época bem complicada.


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