As dificuldades de adaptação que o período de paralisação trouxe para os comerciantes da Uerj Por: Renan Mariath Com os corredores mais silenciosos e as salas de aula vazias, a greve na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), iniciada em março, trouxe impactos que ultrapassam os limites da comunidade acadêmica. Enquanto estudantes, professores e técnicos viveram a rotina da paralisação, comerciantes que dependem do fluxo diário de pessoas na universidade enfrentaram