Após mais de um ano submersa, a Baleia voltou à superfície
- Comunica Uerj

- 28 de ago.
- 2 min de leitura
Depois de um longo hiato, a tradicional festa da Uerj retornou para a alegria dos universitários
Por: Murilo Soares
Foto: Maria Estela Costa

No dia 18 de julho de 2025, os estudantes da Uerj participaram da Baleia, evento que já fazia parte da rotina acadêmica desde a pandemia. Porém, em meio a músicas, danças e risadas, a confraternização foi interrompida: pessoas invadiram o espaço e superlotaram o local. Por questões de segurança, a festa precisou ser encerrada, deixando os universitários frustrados.
Mais de um ano depois, ela ressurgiu. Em 21 de agosto de 2026, atendendo aos inúmeros pedidos dos estudantes, a Baleia voltou para animar a noite dos uerjianos — mesmo sob ventos fortes e chuva. Para marcar esse retorno, o COMUNICA entrevistou participantes sobre a organização, expectativas e sensações diante desse tão aguardado comeback.
Maicon Borges, coordenador-geral do DCE Uerj (Diretório Central dos Estudantes), reforçou o compromisso do órgão com a cultura universitária. Para ele, a universidade é mais que um espaço de estudo: é também um ambiente de interação e socialização. Maicon relembrou os problemas da edição de 2025: “No ano passado, houve muita confusão na Baleia, então achamos melhor dar um hiato para nos reorganizarmos. Por ser uma festa dentro da Uerj, cabe à universidade garantir a segurança geral.” No início do semestre, o DCE promoveu uma “choppada” na Concha Acústica Marielle Franco, mas percebeu que os estudantes preferem mesmo festejar na Baleia.
Reprodução: Instagram (@dceuerj)

Entre os veteranos, Cayo Nascimento, estudante de Ciências Sociais e presença constante em edições anteriores, destacou a importância afetiva do evento: “Minha relação com a Baleia é de descontração e memória afetiva. Sempre me proporcionou momentos alegres, de risadas e danças. É um espaço que me aproximou não só dos colegas de curso, mas também de estudantes de Jornalismo, Pedagogia e Biologia. Dessa integração nascem amizades e memórias muito especiais.”
Já Murilo Santos, calouro de Jornalismo, participou pela primeira vez. Ele revelou que tinha grandes expectativas, mas encontrou filas longas para bebidas e banheiros, além de relatos de furtos. Apesar dos problemas, considerou a experiência positiva: conseguiu se divertir, dançar e aproveitar a noite ao lado dos amigos.
Reprodução: Instagram (@dudi_cca)

Mesmo com os alertas de mau tempo e os desafios logísticos, a Baleia reafirmou sua fama entre os universitários. Entre veteranos e calouros, uerjianos e estudantes de outras instituições, a festa entregou uma sexta-feira de música, dança, risadas e memórias inesquecíveis.








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